Avaliação e reeducação completa do pavimento pélvico — prolapsos, peso pélvico, dor nas relações, pré e pós-cirurgia ginecológica — com fisioterapeutas especializadas.
O pavimento pélvico sustenta a bexiga, o útero e o intestino, controla os esfíncteres e participa na função sexual. Quando enfraquece (partos, cirurgias, menopausa, esforço crónico) ou fica tenso demais, surgem prolapsos, peso pélvico, perdas e dor.
A reabilitação pélvica avalia e trata as duas pontas do problema: fortalece o que está fraco e relaxa o que está tenso. Começa sempre com uma avaliação especializada — incluindo a força na escala de Oxford — e evolui com treino dirigido, biofeedback, terapia manual e hipopressivos.
Evolução típica da força do pavimento pélvico na escala de Oxford (0–5) ao longo do tratamento (ilustrativo).
Força média medida na escala de Oxford modificada ao longo do programa.
✦ Valores ilustrativos do conceito, baseados na evolução típica reportada na literatura clínica. Na versão final são usados os dados e casos reais da PhysioMove.
«Apertar e soltar» sem avaliação é atirar no escuro — e em músculos tensos pode até piorar.
| Reabilitação pélvica PhysioMove | Kegels sozinha | |
|---|---|---|
| Avaliação prévia | ✓Individual, com escala de Oxford | ✕Nenhuma |
| Técnica de contração | ✓Confirmada com feedback | ✕Errada em ~50% dos casos |
| Músculo tenso (hipertónico) | ✓Detetado — trata-se com relaxamento | ✕Agravado por mais contrações |
| Progressão | ✓Dirigida, com cargas e posições | ✕Sempre igual |
| Resultados | ✓Medidos e consistentes | ✕Imprevisíveis |
Consulta privada: história, força, tónus e objetivos.
Fortalecer, relaxar ou ambos — conforme a sua avaliação.
Treino, biofeedback, terapia manual e hipopressivos.
Força medida de novo e rotina de manutenção.
Nos graus ligeiros a moderados, a reabilitação pélvica reduz sintomas e trava a progressão — e é recomendada antes de considerar cirurgia. Nos graus avançados, prepara e complementa o tratamento cirúrgico.
Em consultório privado, com explicação prévia de cada passo e apenas com o seu consentimento. O seu conforto comanda o ritmo.
Sim — a dor de origem musculoesquelética pélvica responde muito bem à terapia manual e à reeducação. Não tem de viver com ela.
As primeiras melhorias surgem tipicamente entre 4 e 8 semanas, com o programa completo a rondar as 12–16 semanas.
Marque a sua avaliação de reabilitação pélvica.